A mineração de bitcoins usa 7 vezes mais eletricidade do que toda a operação do Google

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A mineração de bitcoins usa 7 vezes mais eletricidade do que toda a operação do Google

No início deste ano, demos uma boa olhada em quanta eletricidade é necessária para minerar Bitcoin atualmente, com relatórios mostrando que a mineração de Bitcoin sozinha consome mais eletricidade do que todo o país da Argentina. Agora, um novo relatório foi lançado, mostrando em detalhes a quantidade de energia que a criptografia de mineração está usando hoje.

Em uma nova análise de estudo de O Jornal New York Times, temos uma boa visão de como o consumo de energia da mineração acabou sendo ridículo. Hoje, a mineração de Bitcoin é responsável por cerca de 0.5% do consumo mundial de energia, usando 10 vezes mais do que o processo exigido há apenas cinco anos.

No geral, a mineração consome cerca de 91 terawatts-hora de eletricidade por ano. Para fins de comparação, isso é mais do que todo o país da Finlândia, que tem uma população de cerca de 5.5 milhões de pessoas. Para quem está nos Estados Unidos, isso é mais do que todo o estado de Washington.

Essa quantidade insana de uso de energia é um contraste impressionante com a quantidade de energia que a mineração de Bitcoins usava no passado. A análise indica que, para extrair um Bitcoin em 2009, tudo o que você precisava era um computador doméstico e alguns segundos da eletricidade de sua casa. Agora, você precisaria de milhares de dólares em computadores e cerca de US $ 12,500 em energia doméstica para extrair apenas uma moeda.

Essas mudanças não podem ser muito surpreendentes, considerando o enorme aumento no preço do Bitcoin. Os bitcoins eram virtualmente inúteis em 2009, mas isso está longe de ser o caso. A partir de agora, o Bitcoin vale quase $ 47,000, e isso não chega nem perto do preço de $ 65,000 que atingiu no início deste ano.

O consumo de energia do Bitcoin é obviamente uma grande preocupação para muitos que são céticos sobre a legitimidade da criptomoeda. Embora existam alguns lugares que aceitam mais a moeda como legítima, como El Salvador, a questão do consumo de energia provavelmente precisará ser tratada antes que o Bitcoin possa se tornar uma moeda mais aceita em todo o mundo.

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